
São cerca de 13h de uma terça-feira, nas proximidades do terminal de ônibus Amaral Gurgel, em Santa Cecília, região central de São Paulo. O carroceiro Joaquim Silva Santos, 63 anos, o "Bahia", como é conhecido, descansa sentado no meio-fio, debaixo do elevado Presidente João Goulart, o Minhocão, depois de almoçar no restaurante Bom Prato –programa do governo do estado de São Paulo que oferece refeições a R$ 1.
Logo ele vai sair para a segunda ronda do dia em busca de papelão, plástico, latinhas de alumínio e o que mais conseguir negociar em um ferro-velho do centro.
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A startup holandesa de veículos elétricos solares Lightyear iniciou oficialmente a produção de seu primeiro veículo, o Lightyear 0, nas instalações da parceira de produção Valmet Automotive em Uusikaupunki, na Finlândia.
Essa é uma conquista notável, mas está longe do que chamaríamos de produção em escala, já que a empresa está montando apenas um carro por semana neste primeiro momento. Ela planeja aumentar gradualmente a produção no primeiro trimestre de 2023, embora não diga quantos veículos Lightyear 0 por semana planeja fazer até lá.
A Lightyear orgulha-se de se tornar a primeira empresa automotiva a fabricar um veículo elétrico que gera energia diretamente da luz solar.
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Aquela sensação de que o ano passou muito rápido paira no ar, nos escritórios, nas fábricas, nos corredores da Academia, nas lojas e na nossa casa. Parece que o tempo, que dizem ser relativo, voou neste ano de recuperação de anos de pandemia, de instabilidades na saúde e no mundo do trabalho.
Muitos ainda buscam a saúde mental após uma mudança tão brusca de modus operandi de trabalho híbrido, home office ou presencial. O trânsito nas grandes cidades voltou a toda com o medo do transporte público e o uso das máscaras. Os deliveries nunca foram tão intensos após o costume de receber tudo na porta da casa ou na portaria do condomínio. As relações pessoais por meio das câmeras e dos “quadradinhos” dos vários sistemas de teleconferência que confundem a cada reunião. A vida de nômades digitais que conseguem agora não ter um local único de morada e trabalhar de todo lugar.
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Dentre os muitos desafios que o próximo ano parece reservar para as empresas que atuam no Brasil, demonstrar como planejam atingir suas metas de mudança climática, impacto social e boas práticas em governança deverá ser uma das maiores prioridades para muitas delas.
Isto porque, para muitos líderes corporativos, o desempenho de sua empresa em parâmetros ambientais, sociais e de governança (ESG) tornou-se cada vez mais crítico. Não é apenas uma exigência de relatórios – também é importante porque investidores, clientes e colaboradores estão atentos às iniciativas tomadas pela administração nessas áreas.
É nesse contexto que líderes de tecnologia (CTOs, CIOs, CISOs etc.) devem considerar os fatores críticos do ESG em seus planos de transformação digital para escalar a próxima geração da empresa, desde o primeiro dia do ano.
- Escrito por: Redação

Não é apenas na ficção, como ocorreu na novela Pantanal, que a bandeira da sustentabilidade chegou ao campo, especialmente com a defesa do sistema agroflorestal, que concilia a produção de alimentos com recuperação de áreas degradadas, a partir da plantação de florestas. Como consequência, promove a recuperação da fertilidade dos solos, estimula a volta das nascentes, diminui a erosão e garante a preservação da mata nativa.
Assim como na ficção, jovens cada vez mais capacitados querem levar ao campo ferramentas tecnológicas que garantam mais produtividade, menos impacto ambiental e mais rentabilidade aos negócios. A resistência, porém, existe e constitui uma das principais barreiras para o avanço das mudanças. Na prática, os novos agentes do campo, produtores rurais ou fornecedores de tecnologia e serviços, não buscam apenas o lucro, visam também o compartilhamento de benefícios sociais e ambientais.
- Escrito por: Redação

Estudantes de engenharia da UNSW tentaram um recorde mundial do Guinness com seu Sunswift 7, garantindo o título de carro de corrida movido a energia solar mais rápido em 1.000 km.
Alimentado por uma bateria e painéis solares montados em seu teto e capô, o EV entrou em um caminhão de teste onde percorreu 1.000 km com uma única carga em menos de 12 horas – atingindo uma média de 85 km/h. Projetado e construído por estudantes, o carro pesa apenas 500 kg, cerca de um quarto de um Tesla. Para chegar a essa carroceria de baixo peso, a equipe retirou uma série de recursos, como airbags e sistemas de ar condicionado.
Além disso, o Sunswift 7 apresenta excelentes eficiências graças ao seu design aerodinâmico, à eficiência dos motores e ao longo do trem de força e à impressionante baixa resistência ao rolamento.
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