Por anos, o plástico dominou o setor de embalagens com uma proposta difícil de bater: barato, leve, versátil e capaz de proteger quase qualquer produto. O papel, por sua vez, estava longe de ser o protagonista desta história.
Mas o aumento da pressão ambiental sobre o plástico de uso único mudou o jogo, e as grandes empresas de embalagens passaram a enxergar no papel uma oportunidade de negócio e de posicionamento sustentável. A questão agora é saber até onde essa substituição vai — e onde ela simplesmente não pode acontecer.
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Brastemp, Consul e KitchenAid recolhem de graça geladeira velha e dão desconto em uma geladeira nova
Agora, descartar uma geladeira velha passa a ser mais fácil — e sustentável. Essa é a proposta da detentora das marcas Brastemp, Consul e KitchenAid, a fabricante de eletrodomésticos Whirlpool. A companhia acaba de firmar uma parceria com a Dow, gigante de produtos químicos, focada em acelerar a logística reversa de refrigeradores, e juntas já investiram R$ 3 milhões no projeto, que deve reverter em descontos para o consumidor.
O trabalho ainda conta com parceria do Instituto Akatu, organização sem fins lucrativos que trabalha o consumo consciente e os conceitos de reciclagem e economia circular com a população, especialmente entre o público mais jovem.
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O Sesi-SP está com inscrições abertas para aulas gratuitas de skate na Estação SESI, em Itaquera, zona leste de São Paulo. A iniciativa integra o Programa SESI Esporte e amplia o acesso de meninas e meninos de 9 a 17 anos a uma das práticas esportivas que mais crescem no país, aliando desenvolvimento técnico, formação cidadã e inclusão social.
Estrutura de padrão olímpico projetada por referência mundial do skate
A Estação SESI conta com duas skateparks — Street e Park — separadas por uma área de convivência e que, juntas, somam mais de 2 mil metros quadrados de área utilizável, dentro dos padrões olímpicos exigidos pelas duas modalidades. O projeto foi desenhado e desenvolvido por Bob Burnquist, em parceria com a Rio Ramp Design e a Federação Paulista de Skate.
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A floresta amazônica não é apenas um estoque de carbono. É uma infraestrutura climática que irriga o PIB. Um estudo recém-publicado na revista Nature Portfolio, no periódico Communications Earth & Environment (Quantifying tropical forest rainfall generation), estimou pela primeira vez, com base em modelos climáticos e dados observacionais, o valor econômico direto da chuva gerada pelas florestas tropicais. O resultado reposiciona o debate ambiental no campo da macroeconomia.
A pesquisa conclui que cada 1% de perda de floresta tropical reduz a precipitação anual em cerca de 2,4 mm nas regiões afetadas. No caso da Amazônia, a sensibilidade é ainda maior: aproximadamente 3 mm por ano para cada ponto percentual desmatado. Traduzido em termos físicos, cada metro quadrado de floresta amazônica contribui com algo próximo de 300 litros de chuva por ano.
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O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) voltou a alertar sobre a necessidade de medidas para reduzir riscos à segurança do setor elétrico provocados pelo crescimento desordenado da geração distribuída de energia no país.
Em seu planejamento de médio prazo da operação, divulgado nesta terça-feira (16), o operador vê risco de colapso já em 2026, em função da falta de flexibilidade para reduzir a geração controlável em momentos de elevada geração solar e menor demanda por energia.
A capacidade instalada de micro e minigeração distribuída (MMGD), os painéis instalados sobre telhados ou em pequenas fazendas solares, já supera 43 GW (gigawatts), o equivalente a quase 20% de toda a capacidade de geração de energia no país.
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A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil tem gerado chuvas intensas e vendavais pelo país, provocando estragos em diversas regiões, principalmente no Centro-Sul.
Três mortes foram registradas na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, que nas últimas 24 horas registrou um acúmulo de chuva de 137 mm, de acordo com o MetSul.
Fortes ventos também atingem os Estados de Minas Gerais e São Paulo - situados em uma região ainda periférica em relação ao centro do ciclone.
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